Coordenador-Geral Interino da Equipa da Covid-19 do Ministério da Saúde (MS), Nilton da Silva. Imagem/MS.

DÍLI, 07 de outubro de 2020 (TATOLI) – O Coordenador-Geral Interino da Equipa da Covid-19 do Ministério da Saúde (MS), Nílton do Carmo da Silva, disse que o único paciente infetado com a covid-19 já recuperou, após ter efetuado dois testes, cujos resultados deram negativo.  O cidadão agora recuperado saiu, entretanto, hoje do Centro de Isolamento de Vera Cruz, em Díli.

“Depois de o paciente ter testado negativo nos dois exames realizados, é claro que o paciente está livre da covid-19”, afirmou Nílton do Carmo, em conferência de imprensa, em Díli.

Segundo o coordenador-geral interino, a equipa de vigilância do MS vai manter as operações de acompanhamento, apesar de o paciente ter tido alta.

Timor-Leste registou, até ao momento, 28 casos ativos da doença, tendo já todos os doentes recuperado. Desde o início do surto, 8.306 pessoas realizaram já o exame laboratorial, das quais 8.006 testaram negativo, enquanto 272 ainda aguardam os resultados.

Nílton do Carmo referiu ainda que 262 pessoas estão atualmente a cumprir a quarentena obrigatória, das quais 206 em Díli e as restantes nos diferentes municípios, e 407 a autoquarentena, sendo que 267 em Díli e 140 nos vários municípios.

“Assim, 4.700 pessoas já cumpriram os 14 dias de confinamento obrigatório em Díli e nos municípios”, afirmou.

Nílton da Silva apelou, de igual modo, a todos os cidadãos para que cumpram as regras do Ministério da Saúde, como lavar as mãos, usar a máscara e cumprir o distanciamento social e físico.

No que diz respeito ao pedido de autorização de autoquarentena, o coordenador-geral interino informou que a comissão executiva da covid-19 permite a todos os cidadãos efetuarem a autoquarentena no caso de preencherem os requisitos.

Desta forma, segundo o coordenador, o cidadão que queira cumprir a autoquarentena deverá efetuar um pedido de autorização à coordenadora-geral da covid-19 duas semanas antes de viajar para Timor-Leste. Além disso, deverá viver longe da comunidade, confecionar as suas próprias refeições durante 14 dias e não permitir nenhuma visita de familiares.

Jornalista: Nelia Fernandes

Editora: Maria Auxiliadora

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