Diretor-Geral da SEFOPE, Paulo Alves. Imagem/Egas Cristovão.

DÍLI, 04 de março de 2021 (TATOLI) – O Diretor-Geral da Secretaria de Estado para a Formação Profissional e Emprego (SEFOPE), Paulo Alves, revelou hoje que 400 trabalhadores timorenses permanecem ilegalmente na Coreia do Sul por não terem cumprido o acordo estabelecido entre os dois países.

“Lamento que os trabalhadores, nomeadamente os da área das pescas, não cumpram os seus compromissos na Coreia do Sul”, disse Paulo Alves em declarações aos jornalistas após o término do encontro com o Embaixador da Coreia do Sul, Kim Jeong Ho, na SEFOPE, em Caicoli.

O Diretor-Geral da SEFOPE adiantou que o Governo, através da Embaixada da Coreia do Sul e do adido do trabalho, cooperará com as autoridades competentes da Coreia do Sul para deter estes trabalhadores de modo a tratarem do seu regresso a Timor-Leste.

“Os 400 trabalhadores ainda estão ilegalmente na Coreia do Sul. O Governo coreano tem um programa de repatriamento para os trabalhadores que não cumprirem as regras. Contudo, atualmente, ainda não há uma previsão para a circulação regular de transportes aéreos e, por isso, falamos ainda deste assunto como um repatriamento voluntário para Timor-Leste”, disse o Embaixador da Coreia do Sul.

Questionado sobre este problema do trabalho ilegal, o embaixador da Coreia do Sul, Kim Jeong Ho, considera que este prejudicará a cooperação entre os dois países, nomeadamente quanto ao número de trabalhadores timorenses nas empresas sul-coreanas.

Jornalista: Domingos Piedade Freitas

Editor: Zezito Silva

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