Ministro do Ensino Superior, Ciência e Cultura (MESCC), Longuinhos dos Santos. Imagem/Média da UNTL.

DÍLI, 06 de maio de 2021 (TATOLI) – O Ministro do Ensino Superior, Ciência e Cultura (MESCC), Longuinhos dos Santos, encorajou todas as entidades académicas a utilizarem a língua portuguesa na transmissão de conhecimentos aos estudantes.

O governante lembrou que a língua portuguesa constitui uma das línguas oficiais de Timor-Leste, além do tétum, e é preciso promovê-la desde o ensino básico até ao ensino superior.

“Assim, o Ministério do Ensino Superior encoraja todas as entidades, nomeadamente os académicos, a utilizarem adequadamente esta língua oficial na transmissão de conhecimentos aos alunos”, sugeriu o ministro, numa entrevista em Aitarak-Laran, Díli.

Segundo Longuinhos, a maioria dos estudantes – desde o ensino básico até ao ensino superior – está ainda em fase de adaptação ao português como língua oficial.

Já o Ministro da Educação, Juventude e Desporto, Armindo Maia, disse que a língua portuguesa constituiu uma língua de instrução no sistema educativo de Timor-Leste.

“O Ministério da Educação pretende envidar todos os esforços para o aprofundamento dos conhecimentos em língua portuguesa, não apenas nas escolas, mas principalmente no uso quotidiano”, afirmou recentemente o governante, no âmbito do Dia Mundial da Língua Portuguesa.

De acordo com os dados dos Censos 2015 da Direção-Geral de Estatística do Ministério das Finanças, 50% da população entre os 14 e os 24 anos fala e entende português.

Jornalista: Nelia Fernandes

Editora: Maria Auxiliadora

1 COMENTÁRIO

  1. Claro que língua portuguesa é língua de ciência e conhecimento, além de inglês e outras línguas. Se o ministro queria implementar portugiês como língua de transmissão do conhecimento/ciência no processo de ensino e aprendizagem e língua tétum como língua auxiliar (Recomendação da Conferência Nacional de Educsção em 2017) deve regulamentar-se para que os professores e estudantes ponham em prática nas siasatividades diárias. Isso para fortificar a Lei de Base da Educação e Recomendação CNEd 2019. E, concordo o apelo político do sr. Ministro Longuinhos.

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