Presidente do partido Kmanek Haburas Unidade Nasionál Timor Oan (KHUNTO), a atual Vice-Primeira Ministra e Ministra da Solidariedade Social e Inclusão, Armanda Berta. Imagem Tatoli/Francisco Sony.

DÍLI, 20 de janeiro de 2021 (TATOLI) – A Presidente do partido Kmanek Haburas Unidade Nasionál Timor Oan (KHUNTO), a atual Vice-Primeira Ministra e Ministra da Solidariedade Social e Inclusão, Armanda Berta, e Ângela Freitas, sem apoio partidário, anunciaram oficialmente a candidatura à Presidência da República.

A Presidente do KHUNTO diz candidatar-se para “servir o povo e o Estado timorense”.

“Se o povo timorense depositar confiança em mim para o cargo de Presidente da República, trabalharei segundo a Constituição, os princípios fundamentais no fortalecimento do Estado de direito democrático. Serei um garante de paz e estabilidade”, afirmou, em Delta, Díli.

“Quero, além disso, acelerar o processo de desenvolvimento, cooperar com os países vizinhos e outros para fortalecer a política externa do país”, acrescentou.

Para Armanda Berta, a estabilidade política do país é importante para o desenvolvimento no país.

Agradeceu ainda ao líder do KHUNTO o “apoio moral” à sua candidatura.

“Caso seja eleita Presidente da República, vou demitir-me do cargo de presidente do partido para servir o nosso povo”, concluiu.

Também Ângela Freitas anunciou a sua candidatura para “desenvolver o Estado de forma digna, forte e próspera. A missão é defender a soberania do país, fortalecer o Estado de direito democrático e reforçar a economia”.

“O Presidente da República é para todo o povo timorense, não apenas para um grupo. Estarei atenta à ratificação [do acordo] das fronteiras marítimas, terrestres e aéreas. Criarei um acordo de extradição com outros países, promoverei formação no combate ao crime e estabelecerei uma relação harmoniosa com os políticos e a população”, afirmou.

Ângela Freitas. Imagem/Anito Sores.

Ângela Freitas diz também querer desenvolver a economia e áreas como a agricultura, pecuária e pescas. Afirma que se candidata para dar resposta às preocupações do povo.

Recorde-se que Martinho Gusmão, padre dispensado do exercício sacerdotal, anunciou já a candidatura a Presidente da República para “assegurar o consenso nacional e compromisso político”.

Também o Presidente da República, Francisco Guterres ‘Lú Olo’, anunciou uma recandidatura ao cargo para, entre outros, lutar contra “a injustiça, corrupção, colusão e nepotismo” no país.

As eleições presidenciais têm lugar a 19 de março deste ano.

Jornalista: Domingos Piedade Freitas

Editora: Maria Auxiliadora

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